| >>Hidrovia Teles-Pires/Tapajós está fora do PAC | ||
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| Ao contrário da informação do ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, de que a Hidrovia Teles-Pires/Tapajós ficará de fora das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2), líderes do setor produtivo de Mato Grosso afirmam que o modal é uma das prioridades para o segmento estadual e lutarão "com pressão política" para manter a obra no programa. O custo da hidrovia para ligar o Norte do Estado a Santarém, em trecho de 1,580 mil km, é de cerca de R$ 60 bilhões. O PAC2 tem objetivo de criar infraestrutura de transporte aliada aos objetivos da agricultura, em especial na região Centro-Oeste e será anunciado nos próximos dias pelo governo federal. Nele serão priorizadas obras de armazenagem, rodovias, hidrovias e portos úteis para a escoamento da produção agrícola nacional. A defesa da necessidade do empreendimento é feita pelo presidente da Comissão de Logística da Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja), Marcos da Rosa. O ministro informou que "há muitos problemas a serem enfrentados", ao negar estudo de viabilidade da logística hidroviária. "Essa hidrovia seria viável apenas em 15 anos, mas temos pressa". Para o segmento produtivo, a infraestrutura atende à demanda de carga do setor para o Norte do Brasil, ao mesmo tempo em que reduzirá custo do frete. "A prioridade número 1 é a continuação dos estudos técnicos para isso. Tem 6 milhões de reais para isso", diz Marcos da Rosa. |
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